O dia do machucado no pescoço.

Tive uma baita distensão no pescoço depois de uma cambalhota mal dada, numa aula experimental de circo. Fui lá tentar retomar uma prática que algum tempo atrás me trazia leveza e alegria, além de uma série de reencontros com o corpo, mas o resultado foi completamente o oposto.

Aprendi que:

- Não adianta esperar sempre o mesmo resultado de uma atividade específica. Mesmo que seja repetida igualzinha, se não tiver intenção e presença, o resultado dificilmente será o mesmo.

- Pra atingir um resultado que a gente já atingiu uma vez não basta só retomar a atividade. É preciso reconhecer que o momento da vida muda, o tempo muda, a gente muda. E cada nova etapa da vida pede atividades que conversem com aquele momento.

- Preciso praticar mais a presença e a intenção pra que elas sejam partes inseparáveis do que eu faço e não um lembrete feito artificialmente, vez ou outra.

- Se mover deixando o medo tomar conta machuca.